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Nunca mais saiu do bar

ao contrário do uísque

apodreceu



Escrito por fernandobluesborghi às 12h25
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Cada vez que leio Dalton Trevisan, mais aumenta minha
admiração. esse Curitibano insolente tem o poder de
transnudar através de seus contos nossa realidade cada
vez mais podre e sem nenhum pudor.
Dias atrás (numa sexta-feira chuvosa e perdida de
Janeiro),estava numa livraria de um Shopping e comprei
uma edição de bolso  de Continhos Galantes, editado
recentemente pela LP&M. Li no mesmo dia.

Sábado de manhã dando um bisbilhotada pelos sebos da vida
dei de cara com A Guerra Conjugal, editado em 1975
pela Civilização Brasileira. E comparando ambas as safras
cheguei a conclusão que está pra nascer autor com a
narrativa poética, pungente, grotesca e lírica do velho
Dalton Trevisan.
Um verdadeiro gênio da mais completa das narrativas
curtas: O Conto.



Escrito por fernandobluesborghi às 18h02
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A dor foi a mesma
de uma bala perfurando
a pele

Quando vi você desfilando
com aquele protótipo de
neardenhtal
me senti o mais senil
dos samurais

Fiquei completamente
desprovido de atitude
e abalado da cabeça aos pés

Mas ao mesmo tempo
sinto aos poucos que a
situação irá se reverter

Afinal até o mais idiota
dos Kamikazes usa capacete



Escrito por fernandobluesborghi às 18h44
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o fim se aproxima lento e sereno
feito um blues sincopado
o tempo não da ré
ele é um espírito farrista e insolente
fazendo questão de sempre demonstrar
seu eterno gostinho de transgredir
meio infantilmente, entrando firme
e forte na ciranda geral do descompasso


Escrito por fernandobluesborghi às 10h05
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A primeira ilusão do homem começa na chupeta



Escrito por fernandobluesborghi às 09h52
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Todo Mundo Tem Um Pouco De Jacke La Motta


Mente quem se nega a concordar com a afirmação acima.
Jacke(pra quem não se lembra), é o eterno boxeador, magistralmente
vivido por Robert De Niro em TOURO INDOMÁVEL.
A vigorosa realização de Martin Scorsese, que com uma
fantástica fotografia em Preto e Branco conta a
história de um campeão de boxe que além do seu envolvimento
com a máfia, tinha como seu maior adversário ele mesmo.

É impossivel não se identificar com Jacke, que além de
expressar de maneira indomável suas desconfianças e
teimosias, não perdia tempo e em meio a barracos homéricos,
sempre fazia questão de deixar bem claro que nosso maior
adversário somos nós mesmos.

Puta filme.



Escrito por fernandobluesborghi às 10h00
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