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Ficar velho significa...

Hoje me peguei assistindo a Pantera
Cor de Rosa (o desenho, das antigas),
e confesso que me diverti pra
caralho... rssssssssssss



Escrito por fernandobluesborghi às 21h34
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Segunda de Duas.......

Os Bares Nascem Na Segunda-Feira

Na hora me irritei. Como é que um cara feito Leôncio, com mais de vinte anos
de balcão, podia estar agindo daquela maneira com aquele pobre diabo.
Eu que não tinha nada a ver com aquilo comecei a me sentir mal.
-E então, vai uma branca, ou não?
O velho senhor abaixou a cabeça por alguns segundos, e ao levantá-la novamente
fez questão de manter o restante de dignidade que lhe restava vivo.
-Se não dá para tomar um Domeck, melhor não beber nada!
Virou as costas para Leôncio e saiu caminhando tão ou mais decidido que antes,
em direção à porta..
Irritado com a atitude. Leôncio bateu com o pulso fechado no balcão, e voltou
rateando consigo mesmo para a mesa de sinuca.
-Era só o que me faltava! Um velho de merda querendo cagar regras no meu boteco.
Tô murcho mesmo!
A chuva havia aumentado muito, e o velho homem preferiu não arriscar-se novamente
e encarar o temporal, parou na porta do Bar e visivelmente desiludido coloco-se
a observar os pingos cada vez mais grossos que caiam sem parar. Não sei descrever
o que senti, simplesmente não conseguia mais sequer levar o copo de cerveja à boca,
aquela imagem do derrotado homem observando a chuva era de cortar o coração, eu
tinha que fazer alguma coisa. Mas o que? Do nada me virei para Leôncio e chamei-o.
-Vai me dizer, que você já está indo embora, está cedo ainda!
-Quanto custa à garrafa de Domeck?
A cara que Leôncio fez ao ouvir eu pronunciar a palavra Domeck era digna de ser
registrada numa foto, era um misto de decepção e susto, se é que isso existe.
-Vai me dizer que você tomou às dores daquele ali!
-Quanto custa?
-Treze pila!
-Tenho crédito na casa, não?
-Pergunta mais idiota. Claro que tem!
-Vê uma pra mim!
Quando cheguei ao lado do tiozinho na porta do bar, senti o vento cortando, parei
ao bem próximo dele, que ao perceber minha presença encarou-me imediatamente.
Estiquei o litro até ele e não consegui pensar em mais nada, a não ser em:
-Toma lá rapaz, aproveita!
Ele me encarou, pensou mais de uma vez no que estava acontecendo.
-Não aceito não, como resposta!
Refletiu melhor, era impossível não notar seu semblante de satisfação. Pegou o litro,
me agradeceu com a cabeça e imediatamente saiu em direção à chuva, caminhou alguns
passos e voltou-se para mim novamente e antes de sumir definitivamente em meio à noite
disse:
-Obrigado filho!
-Que é isso, não precisa agradecer!
-Só os bêbados entendem os bêbados; e só os sóbrios aturam os sóbrios.



Escrito por fernandobluesborghi às 08h50
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Primeira de Duas....


Os Bares Nascem Na Segunda-Feira

Não existem noites melhores para se beber, que as de Segunda-feira.
Parece que todo o universo conspira a favor. O clima do boteco, a brisa
da noite, o paladar apurado, e uma espécie de imã estrategicamente posicionado
na parte de trás do balcão, fazem com que as longas noites de Segunda-feira
sejam de puro deleite. E para ficar ainda mais completa, se por um acaso estiver
caindo uma chuva, dessas que vem devagar, suave, mas que se instalam e duram até
o raiar do dia, então, ai é perfeição na certa.
Quando encostei na beira do balcão e pedi a primeira cerveja, era  pouco mais de
meia-noite, o velho Jô Soares ( completamente mudo), sem som, recebia um ator de
um filme de qualidade duvidosa em seu programa. Estacionados na beira do balcão
havia apenas um casal de adolescentes, que de mochilas nas costas, camisetas pretas
e tatuagens por grande parte de seus corpos mais pareciam ter saído de um show de
rock’roll, do que de um colégio.
O dono do Boteco, o velho Leôncio (carinhoso apelido dado pela clientela, por
conseqüência de sua semelhança com o personagem do desenho do Pica Pau), jogava
uma interminável partida de sinuca, juntamente com três parceiros de longa data,
que além de serem praticantes inveterados da sinuca, são sem a menor sombra de dúvida,
os maiores consumidores de Jack Daniel do local.
Os quatro juntos são capazes de secar dois litros do velho whisky de milho em menos
de duas horas, e ainda terminarem a noite derrubando sem esforço nenhum mais de uma
dúzia de cervejas. Digo isso com precisão, porque em certa ocasião tentei acompanhá-los
no copo e amanheci com o cachorro me lambendo o rosto no chão gelado de minha garagem.
Não sou de misturar, se bebo cerveja, bebo cerveja e pronto. Se saio de casa para beber,
meu lugar é o canto solitário do balcão, de onde só saio quando não restar mais nenhum
centavo em minha carteira. O que ultimamente não tem sido muito demorado.
Uma das portas de lata do bar havia sido baixada, o vento e a chuva aumentavam cada vez
mais fazendo com que a sensação térmica aos poucos indicasse que à noite além de longa,
chuvosa e propicia para beber, ia ser fria. Lembro que Leôncio havia acabado de me servir
a sexta garrafa quando ele entrou todo encolhido no bar. O ele em questão, era um homem
não muito alto, aparentando seus sessenta anos, com um terno azul marinho e uma calça
desbotada completamente encharcados de chuva, juntamente com sua vasta cabeleira branca.
Assim que entrou, tirou um lenço do bolso da camisa e tentou sem muito sucesso enxugar a
água de seu rosto, que além de possuir as eternas cicatrizes do tempo, também exibia um
profundo corte do lado esquerdo. Com passos lentos, como que estudando o ambiente, o
pequeno homem chegou até o balcão. Tirou algumas moedas do bolso esquerdo, e com extrema
dificuldade contou-as por mais de uma vez. Além de suas mãos tremerem excessivamente,
ele parecia não muito satisfeito com o valor obtido pela soma das moedas, de qualquer
forma, colocou-as sobre o balcão com um movimento um pouco mais áspero, que era para
fazer com que Leôncio deixasse a mesa de sinuca por alguns instantes e viesse atendê-lo.
-O que vai ser, tio?
-Uma dose de Domeck!
Leôncio contou as moedas, titubeou por alguns instantes antes de  jogá-las numa pequena
caixa de sapatos que servia de cofre.
-Com esses oitenta centavos, o máximo que dá é uma dose de branquinha, nada de Domeck!
O tiozinho permaneceu estático, parado da mesma forma, com uma única diferença. O tremor
em suas mãos parecia ter aumentado consideravelmente.
-Eu quero uma dose de Domeck!
-Pois vá tomá-la em outro lugar, a dose de Domeck aqui no meu estabelecimento custa dois
reais.

continua...

 



Escrito por fernandobluesborghi às 09h30
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Borghi 4.0

Ultimamente minha vida bem que daria um filme...rsssss

O Paraná sofre um ataque terrorista, desta vez através
da informática. Um hacker consegue invadir a infra-estrutura
computadorizada que controla as comunicações, transporte e energia
do estado, ameaçando causar um gigantesco blecaute. O autor do ataque
planejou todos os passos envolvidos, mas não contava que Fernando Blues
Borghi McClane
, um  ex-recruta, que sequer serviu o exército, fosse
chamado para confrontá-lo.
E agora, o que eu faço? 

 



Escrito por fernandobluesborghi às 20h12
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Blogs...Blogs...Blogs...

Grande Bira

http://www.fotolog.com/biradantas

Grande Felipe

http://www.fotolog.com/feliperim

 



Escrito por fernandobluesborghi às 19h12
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O Nome não poderia ser melhor: Artur Aguiar & os
Colhedores de Algodão
.. Sugestivo, não? Saiba mais:

http://www.bluesmasters.blogspot.com/

Ultimamente estamos mais ou menos por ai...rssss...

Eis o cidadão mais indicado para colocar um fim no caos
aéreo que instalou-se no Brasil....

 

 



Escrito por fernandobluesborghi às 09h21
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